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Desfibrilador externo automático (DEA): o que olhar na compra

4 min de leitura.

O desfibrilador externo automático, o DEA, é um aparelho que analisa o ritmo do coração e orienta por voz o que fazer durante uma parada cardíaca. Quando o ritmo permite, ele indica o choque. Foi pensado para ser usado por pessoas treinadas, mesmo sem formação em saúde.

Este texto é informativo. Quem indica o equipamento e a quantidade para cada local é o profissional de saúde ou o responsável técnico. A loja cota o aparelho e ajuda com o orçamento.

Quem costuma ter um desfibrilador externo automático

O DEA aparece em lugares onde circulam muitas pessoas ou onde o socorro pode demorar:

  • empresas e indústrias, dentro da brigada de emergência;
  • academias e clubes esportivos;
  • condomínios, shoppings e escolas;
  • clínicas, consultórios e casas de repouso;
  • prefeituras, ambulâncias e eventos.

Cada local decide, junto com seu responsável técnico, quantos aparelhos precisa e onde deixá-los. Em geral, o DEA fica em ponto visível, sinalizado e de fácil acesso, não trancado em sala.

Existe exigência legal para ter DEA

Depende do estado e do município. Em Minas Gerais, a Lei estadual 15.778/2005 trata da obrigatoriedade de aparelhos desfibriladores em locais de eventos com grande concentração de pessoas, em ambulâncias e em veículos de resgate, e prevê a presença de pessoa treinada para usá-los. O texto completo está no site da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Outros estados e municípios têm leis próprias, e elas mudam com o tempo. Verifique a legislação do seu município e estado antes de decidir. Se o local é uma academia, um condomínio ou uma empresa, vale consultar também o jurídico ou a vigilância sanitária local.

O que olhar na compra do DEA

Antes de pedir o orçamento, confira estes pontos:

  • registro do produto na ANVISA, informado pelo fabricante;
  • eletrodos incluídos e, se existem, versões para adulto e pediátrico;
  • validade dos eletrodos, que é limitada e exige troca;
  • tipo de bateria, duração informada e custo de reposição;
  • instruções por voz em português;
  • indicadores de autoteste, que avisam se o aparelho está pronto;
  • maleta ou suporte de parede e sinalização;
  • garantia e assistência no Brasil.

Segundo os fabricantes, eletrodos e bateria têm prazos de validade de alguns anos, e o fabricante recomenda revisão periódica por técnico qualificado. Os prazos exatos variam por modelo e estão no manual. Anote as datas na compra e crie um aviso de renovação.

Eletrodos, bateria e validade

O DEA só funciona bem se estiver conservado. Os eletrodos são descartáveis e perdem validade, mesmo sem uso. A bateria também tem vida útil informada pelo fabricante.

Uma rotina simples ajuda:

  • conferir o indicador de status do aparelho em intervalos fixos;
  • registrar datas de validade de eletrodos e bateria;
  • manter o aparelho dentro da faixa de temperatura indicada no manual;
  • repor eletrodos depois de qualquer uso;
  • seguir o plano de revisão do fabricante.

Peça a lista de itens de reposição junto com o orçamento. Assim o custo de manter o aparelho fica claro desde o início.

Treinamento para usar o DEA

O aparelho guia a pessoa por voz, mas o treinamento faz diferença. Quem aprende a reconhecer uma parada cardíaca, chamar o socorro e fazer as compressões age com mais segurança.

O treinamento é feito por profissional ou empresa especializada, e não pela loja. Muitos serviços de saúde e empresas de segurança do trabalho oferecem cursos de suporte básico de vida. Pergunte ao fabricante também, porque alguns oferecem orientação de uso.

Planeje o treinamento junto com a compra. Um aparelho sem pessoas treinadas por perto perde parte do sentido.

Outra dúvida comum é a posição do aparelho. Ele deve ficar onde qualquer pessoa chegue em poucos minutos, com placa que indique o local. Em prédios grandes, o responsável técnico pode avaliar mais de um ponto. Avise a equipe de portaria, de recepção e de segurança sobre onde ele está guardado.

Como cotar o DEA na Supernova

O desfibrilador externo automático é cotado sob encomenda. Modelo, valor e prazo são confirmados no orçamento, e a loja não promete prazo de entrega. O envio é por Correios ou transportadora, e a retirada é em Varginha. O pagamento é por Pix, dinheiro ou cartão.

Empresas e condomínios podem pedir cotação em /para-empresas. Quem monta a estrutura de emergência do consultório encontra mais ideias em kit de emergência para consultórios. A categoria de consultório reúne outros equipamentos, e o pedido de orçamento está em /cotacao.

Perguntas frequentes

Quem pode usar um DEA?

O aparelho foi pensado para ser usado por pessoas treinadas, inclusive sem formação em saúde. Ele orienta por voz e analisa o ritmo antes de indicar o choque.

Todo local precisa ter DEA?

Depende da legislação do estado e do município. Verifique a legislação do seu município e estado e consulte o jurídico do local.

Os eletrodos têm validade?

Têm. Eles são descartáveis e têm prazo informado pelo fabricante. Anote a data e reponha antes de vencer.

A loja faz o treinamento?

O treinamento é feito por profissional ou empresa especializada. A loja cota o aparelho sob encomenda.

O DEA serve para crianças?

Alguns modelos têm eletrodos ou configuração pediátrica. Confira no manual do modelo e com o responsável técnico.

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